Feliz Dia das Mulheres!

Feliz Dia das Mulheres!
É com satisfação que iniciamos o ano de 2018 com mais uma edição do Jornal da Saúde ACOPLAN. Entramos nesta nova etapa com muito otimismo e esperança para o mercado de planos de saúde. Em meu segundo mandato na Associação das Corretoras de Planos de Saúde e Odontológicos do Estado de São Paulo tenho a comemorar a conquista da associação e de todos os associados, na aprovação do registro sindical do SINDIPLANOS — divulgada no dia 17 de janeiro no Diário Oficial — para defender os interesses do setor nos órgãos regulatórios. Esta vitória é mais um avanço do movimento que tem gerado uma conscientização na valorização do trabalho desenvolvido pelo corretor. Nosso esforço é para melhorar o relacionamento entre as operadoras ou seguradoras com as plataformas e os corretores. As empresas do segmento precisam ficar atentas e se juntar a outras para defender o que é importante para o mercado em 2018. Na ACOPLAN — que atualmente conta com 80 empresas — manteremos nosso trabalho de valorização e unificação de esforços com o objetivo de melhorar o desempenho do setor
No mês em que comemoramos o Dia Internacional da Mulher, não podemos deixar de lembrar que dentre esses profissionais há mulheres, que ainda são minoria no segmento, mas que representam

ACOPLAN comemora a aprovação do registro sindical ao SINDIPLANOS e reverencia o Dia Internacional da Mulher. 

uma importante fatia no setor. Em todas as áreas de trabalho e negócios cresce o número de mulheres em diferentes funções, e hoje elas respondem por 43,8% de todos os trabalhadores brasileiros. Porém, essa participação diminui conforme aumenta o nível hierárquico e representa apenas 37% dos cargos de direção e gerência. No segmento de seguros, as mulheres têm um ganho equiparado ao dos homens. Mas, segundo o IBGE, na média a mulher ganha 76% do salário do homem em diversos outros segmentos. Já quando os cargos são de gerência e direção, essa proporção cai para 68%. A desigualdade de gênero é maior quanto mais alto o cargo e a escolaridade. Por outro lado, na média da população elas estudam mais, cerca de oito anos de estudo; e os homens, 7,6 anos.
Em parte esses dados demonstram que muitas mulheres abrem mão de seu crescimento profissional em prol da maternidade, dos filhos, do marido e da família, porém ainda tem muito preconceito no mercado de trabalho. Mas já entramos num novo tempo, em que a maioria das mulheres está exigindo menos rótulos e mais respeito. Elas não estão mais tolerando comentários do tipo “não são capazes” — muito comum no nosso segmento — “bonita demais para ser inteligente”, “bonitinha, mas burra”, “deve ser a TPM”, dentre outros chavões que denigrem a participação da mulher no mercado de trabalho e no empreendedorismo. Cada vez mais a eficiência e a confiabilidade feminina se firmam como diferencial. Segundo pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology e da Carnegie Mellon University — que estudaram 699 pessoas em diferentes equipes, aplicando testes e jogos de negociação para analisar o desempenho — os grupos com mais mulheres foram os que demonstraram mais inteligência coletiva nas tarefas. Certamente a sensibilidade da mulher faz toda a diferença, pois a preocupação em relação à emoção do outro influencia no trabalho em grupo. Esse é o conhecido sexto sentido feminino, que dá a elas uma visualização diferenciada nos relacionamentos interpessoais e trazem consigo um ganho gerencial e comercial às empresas. E depois, nós que vendemos planos de saúde, sabemos que elas não só vendem, mas são as determinantes quando o investimento da família está relacionado à saúde. Parabéns para essas guerreiras!

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